Dia da Bia

Em dois de agosto de um ano qualquer, nascia a nossa louca e querida amiga Bia.

Bia era a filha caçula, o "xodozinho" da família e o orgulho do papai. Sempre muito apegada a família, conta com muita emoção e lágrimas nos olhos, quando seu pai pediu para que sua mãe a arrumasse, porque ele iria sair e a levaria com ele. A pequena menina que se enfeitara toda para esse dia, não imaginava o que estava por vir, mas iniciou aí, na companhia do seu pai, a descoberta do que viria a ser a maior paixão de sua vida: o bar!

Bia e bar! Não é ao acaso que as duas coisas começam com a mesma letra. Boteco também está em suas preferências, e que maravilhosamente também começa com  a letra B!!! Trio de sucesso: BBB!!!

Mas a menina cresceu e hoje é uma importante gestora de assuntos confidenciais de uma grande multinacional. Função que desempenha com muita alegria. O que ela mais gosta no trabalho é a companhia de três gestoras super competentes, animadas e chiques com quem compartilha suas idéias, alegrias e tristezas, principalmente uma que senta na mesa ao lado da sua, que permite que intercalem bobagens ao dia-a-dia corrido.

Apreciadora da melhor MPB, ama o dueto "violão e voz".  Não nega que já escorregou no passado, e que já cantou uns pagodinhos em karaokes, mas passado a gente esquece, o importante é permanecer com saúde!

O "MADAES EM FLASHS", (link a direita), está com várias fotos em sua homenagem, confira!

Então, convido a todos a estarem dia 30/07, sexta-feira as 22:30 no Café Cancun São José dos Campos para comemorarmos mais um aniversário da nossa grande Bia.

Há uns meses atrás, depois que leu o livro "Só as mães são felizes" da Lucinha Araújo, que narra a sua vida com seu filho, o Cazuza, ela me mandava vários torpedos via celular na madrugada para falar do livro. Segue um que guardei até hoje, que achei o máximo.

"Acho que esse surto é influência do Cazuza em mim. Viver e amar até as últimas consequências"

Viver e amar até as últimas consequências. Com certeza, se o Cazuza a tivesse conhecido, mudaria o refrão de sua música e cantaria assim: "Bia louca Biaaaaaa!"

FELIZ ANIVERSÁRIO!!!!



 Escrito por Vívian às 12h50 AM
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A cara do Diário

Novidades!!!

Em breve, muito breve, para a minha felicidade esse blogerzinho será escrito a quatro mãos!

Peço desculpas a Prí, que tá bem mais longe dos 30 que eu, mas que vai estar aqui também, dividindo loucuras do nosso dia a dia.

Um grande beijo a todas, Ambra, Bia e Prí, queridas amigas plantão 24 hs!



 Escrito por Vívica às 03h00 PM
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Esquecida!!! Eu?

O esquecimento é algo que sempre caminhou comigo, desde a minha doce infância...

Na escola esquecia os lápis, o estojo, os livros, o lanche, o dia das provas e os bilhetes que mandavam pra minha mãe (bom, esse era um esquecimento voluntário).

Com o tempo fui piorando... esquecia dia de médico, vencimento de conta, mas o ápice foi esquecer o carro no estacionamento do shopping, duas vezes, e o pior, entrar em pânico (nas duas vezes) quando chegava em casa e ao não ver meu carro na garagem, sair desesperada com o coração na boca pensando que ele tinha sido roubado. Depois da constatação da minha distração involuntária e praticamente ingênua, voltar ao shopping pra pegar o carro esquecido era indiscutivelmente constrangedor.

A gente que sofre dessa doença do esquecimento, para tentar ter uma vida sociável e normal, começa a criar certos hábitos. Como por exemplo, guardar o papel do estacionamento sempre no mesmo lugar, eleger uma super senha desde que seja igual para todas as contas, pendurar as chaves sempre perto da porta, ter uma agenda sempre a mão e anotar tudo, mas TUDO o que for possível. Depois de familiarizar com essas rotinas, a gente chega até a acreditar que está perto da cura. Até acontecer o próximo mico.

Neste feriado fui a Ribeirão Preto passar uns dias com a minha doce prima Renata, companheira de algumas aventuras de adolescência.  Ela sempre muito atenciosa, me levou a vários tours pela cidade, acho até que depois desse final de semana, dá pra me virar um pouquinho por lá sem me perder muito. Na sexta fomos a um barzinho, O Cupim da Nove, (o único agitado e que ainda tinha lugar pra sentar), foi muito legal, música ao vivo, papo animado, ficamos lá até o povo de uma mesa pedir música sertaneja a estilo Milionário e José Rico, aí não teve jeito, foi melhor ir dormir. Fomos pra casa e minutos depois, eu já com a minha super produção noturna: pijama, rosto cheio de cremes, descabelada e cega (sem as lentes) achando os corredores pelo tato, fui colocar meu celular pra despertar. Como a minha "ceguice" não me deixava achá-lo aquela hora da madru, e a minha prima já tinha ido para o quarto dela, resolvi pegar o telefone e ligar pra ele, aí ouviria o barulhinho do toque para saber onde ele estava. Que idéia genial(quem nunca fez isso?)!!. Ouvi chamar uma vez e nada do telefone tocar. Pensei: com certeza deve ter ficado no carro, e eu não ia pegar o elevador pra descer 11 andares naquela hora da madru, no auge da minha beleza natural só por causa de um celular. Mas o curioso, foi que enquanto pensava tudo isso, continuei com o telefone no ouvido, e no segundo sinal de chamada muda, pra minha surpresa alguém atendeu.

- Alô

- Alô!!!!! - eu espantadíssima com o coração acelerado. - Quem tá falando?

- Você quer falar com quem?

- Alô!!!QUEM TÁ FALANDO???  

- Aqui é o Divino. Você quer falar com quem?

- Quem é?

- Moça, aqui é o D I V I N O!

Ih...- pensei mais aliviada - Eu sem óculos não acerto nem o número do meu celular!

- Divino da onde? - queria saber se ao menos tinha discado pra cidade certa.

- Do Cupim.

- Ai meu Deus!!! - (silêncio...) fiz uma retropectiva mental em frações de segundos, tipo "mini flashback" e sem respirar. - O sr fala de um celular, certo?

- É.

- Pois é seu Divino, - já respirando - eu sou a dona desse aparelhinho com pernas!! O senhor guarda ele pra mim?

- Tá bom, vou deixar no caixa, quando vc vai vir buscar?

- Amanhã.

- Tá bom, tá no caixa.

- Obrigada!!

Desliguei e fiquei em efeito estátua por algum tempo. Resolvi avisar a Rê da minha "cabeçudisse". Depois de muita risada, o marido dela achou que não seria confiável esperarmos até o outro dia. Aí camuflamos os pijamas com algumas jaquetas, em meio ao friozão atípico daquela noite, nos dirigimos ao bar, isso sem conseguir parar de rir um minuto. Desci sozinha do carro e entrei lá bem diferente da mocinha fashion da hora anterior, exibindo desta vez toda minha beleza reluzente de cremes, que era o melhor de mim naquele momento. Com os olhos apertados, parecendo uma japonesa, tentando enxergar melhor e driblar a miopia, segui até o caminho do caixa tentando atropelar o menor número de cadeiras possíveis, mas elas insistiam em esbarrar em mim. Com um sorrizinho amarelo, cabeça baixa, e totalmente sem graça, falei com a voz quase muda: - Oi, eu sou a dona do celular esquecido!! Obrigada! Peguei o bichinho e voltei mais que rápido pro carro. E voltamos pra casa.

Bem, depois de passado o susto e o incômodo, ao menos amanhecemos com uma historinha pra contar.

Depois disso passei a viver um intenso e possessivo caso de amor com o meu celular. Parecemos casalzinho novo, não desgrudamos um minuto, onde está um está o outro. Olho pra ele de cinco em cinco minutos pra ter certeza que ele não me abandonou. Uma loucura!

Como diz a Ana Carolina: "viver é um livro de esquecimento". Bom, acho que não foi bem isso que ela que dizer, mas vale o consolo!



 Escrito por Vívian às 12h17 AM
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"Por que que a gente é assim"

Essa frase do Cazuza é fantástica!

Tem coisa mais real que isso? Nos vai e vem da vida sempre aparece essa pergunta. Pode ser até um "momento mágoa" meu, mas pense se não é assim...

Por que a gente ainda acredita nas pessoas, se todo mundo é passível de erro?

Por que a gente insiste em amar, sabendo que talvez a outra parte não esteja preparada pra isso?

Porque a gente ainda se deixa iludir? Essa é cruel!!!

Porque a gente transforma coisas ruins em boas e boas em ruins? Não seria mais legal só a primeira opção?

Porque tem pessoas que tem o poder de nos deixar no céu, ou nos jogar no inferno? Porque a gente dá esse poder pra elas?

Porque a gente erra, mais não aprende a fazer as coisas certas?

E então Cazuza, a sua pegunta continua no ar. Porque que a gente é assim? 



 Escrito por Vívian às 03h16 PM
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A Lua...

Misteriosa e apaixonante...

Silenciosa e cumplice.



 Escrito por Vívian às 02h44 AM
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Nossa!!

Que dificuldade para inicar um blog!! Vejo adolescentes montarem blogers com tanta facilidade, e com certeza fizeram isso muito mais rápido que eu. Credo, que conversa de velho, deixa pra lá.

Bom, o motivo deste humilde blogerzinho é registrar acontecimentos, alegrias, tristezas e descobertas de três amigas na casa dos 30. Eu ainda não cheguei lá, mas já tô com um pézinho!!

Lembro bem quando conheci a Cecília. Trabalhava com ela há mais de um ano, mas nunca tivemos muita intimidade, ela sempre foi muito séria, ao contrário de mim. Um dia um colega me perguntou se eu sabia a idade dela. Fiquei muda e estática por quase 1 minuto quando soube que tinha 29 anos. Eu na época com 24, não acreditei. Não parecia mesmo. Aparentava no máximo uns 25. No máximo. Sorte dela que não aparenta tudo isso.

O tempo passa, e a vida se encarrega de nos dar lições. Hoje eu já estou com 29 e a "conservada" Cecília se tornou minha melhor amiga.

Mas uma coisa não me sai da cabeça... com certeza alguém já deve ter falado assim: Sabe a Vívian, advinhe quantos anos ela tem? 29! Tá velhinha, né. Sorte dela que nem parece tudo isso.

Ai meu Deus, será isso a crise dos 30?



 Escrito por Vívian às 06h59 PM
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